Eu maior

26 nov

“Eu maior” é um documentário que fala sobre a felicidade e o autoconhecimento, está em fase de finalização e conta com a ajuda da internet pra conseguir captar verba para o projeto.

Se gostou desse, clica nos outros que tem no youtube e aproveita pra entrar no site do Doc

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Erika • Osmar • Arthur

17 mar


Erika • Osmar • Arthur, upload feito originalmente por silmaraelis.

1º sapatinho de muitos que o Arthur vai ganhar! Aos pouco vou mostrando a sessão, pois ela ainda não terminou.
Beijos e boa quinta-feira à todos.

I’m Back!

15 mar

Dei uma boa pausa no blog, mas não foi porque quis, e sim por falta de opção! Estava muito indecisa (ainda estou) mas ví que ainda tenho alguma esperança. Acho que é um sinal pra não desanimar. Bom, logo mais tem mais…rs =P

para ver mais acesse o meu Flickr

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Marina e Akim

26 fev


marina e Akim, upload feito originalmente por silmaraelis.

Faz um tempão que não passo por aqui, estou um pouco distante da fotografia, o que me deixa, triste. Vamos ver se agora eu retomo meus objetivos e começo um 2011 cheio de foto e carinhas como essas.

Um Desabafo

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São 01:05hs AM e estou acordada na produtora onde trabalho, esperando um mov subir no site pra mandar pro Fê que faz a trilha do vídeo, que por sinal ficou bacana, salvo  algumas escessões. Eu e mais 7 pessoas estamos trabalhando para um evento que está nos tomando todo tempo de nossas vidas, nos deixando com  dores, gripes, febres, problemas intestinais e stressados, mas mesmo assim ainda estamos bem e conseguimos rir do pouco tempo que nos sobra entre a hora do almoço e uma parada pra fazer um lanche a tarde.

Tô escrevendo isso tudo, pois preciso! Se não acho que que vou enloquecer, sinto falta  de escrever e de fotografar mais ainda, estou cada vez mais distante do que gosto, mas também estou mais distante de tudo um pouco, sinto que preciso crescer, mas não sei por onde ou como crecscer. Esses dias fui a um estudio de fotografia o Meca Studio, o cara é especializado em fotografia de alimento, ele é um fofo e o estúdio é tudo de bom, ví que não é isso que quero fotografar, eu já sei o que eu quero fazer, mas me falta treino e experiência, acho que não adianta ter só o olhar, você tem também que entender a técnica, não só com fotografia, mas em toda profissão exercida.

Sei que as coisas não são faceis, mas bem que podia ser menos complicada e olha que minha vida nem é tão complicada assim.\

Foi só um desabafo depois de uma semana longa de trampo.
xox

Um Universo – Jeh 182

6 mai 3919263508_9dd744da15_o

Conheci o Jeh, atravéz do flickr, ele é um amigo de flickr, não tive a oportunidade de conhece-lo em umas saída fotografica, mas tudo tem seu tempo, e o mais interessante no flickr é saber que existem pessoas como  ele, que no caso a fotografia o escolheu e não o contrario. Seu trabalho é único, muito bonito e feito com muito bom gosto. Continue reading 

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O olhar que revela poesia – Luciana Prado

18 jan f5

A internet nos possibilita conhecer pessoas do mundo todo, e no post passado, em que  falo sobre minha descoberta, falei também de alguns fotógrafos  que me inspiram, e graças a  internet tive a oportunidade de conhecer/conversar  com a Fotógrafa Luciana Prado. Já acompanho o site e blog dela há um tempo, e quando tive a oportunidade, perguntei se pudia responder umas  perguntas sobre o que faz, em pouco tempo ela me respondeu com o maior prazer.

Então, nada mais justo do que deixar ela mesmo falar sobre o tema, e assim como em seu site, esse post, leva o mesmo nome.

Aproveitem!

Fale um pouco sobre as suas referências?

LP: São inúmeras, e nem todas vêm da fotografia, são influências indiretas que falam mais a respeito da minha sensibilidade, do que me move. Diria até que muito vem da literatura, do tempo que eu me dedicava à escrita e queria ser escritora. Cada sessão para mim é como uma história que se desenrola diante dos meus olhos e a mim cabe contá-la, usando a sensibilidade e a técnica para traduzi-la visualmente. Leio vorazmente desde a infância, e minhas autoras preferidas são Clarice Lispector e Marguerite Duras.

Adoro também ler sobre fotografia, tenho centenas de livros sobre o tema. Gosto tanto dos livros que apenas mostram as fotos quanto daqueles que falam sobre o processo de criação.

Na pintura, sou encantada pela obra de Edward Hopper e seus retratos da vida urbana onde a luz é personagem principal. Também gosto dos impressionistas, o que explica minha paixão pelos fundos desfocados. Fotografo a maior parte do tempo utilizando a abertura máxima da lente para conseguir esse efeito.

Na fotografia, gosto muito de Elliott Erwitt, Cartier-Bresson, Richard Avedon e Robert Doisneau, entre outros. Também acompanho regularmente o trabalho de fotógrafos que se dedicam à fotografia infantil e de família ao redor do mundo, através da Internet e de livros.

Quando entrei no seu blog, antes de vermos suas fotos vc coloca uma frase que acho a mais pura verdade, que é: “O Olhar que revela poesia”, gostaria que vc explicasse um pouco mais essa frase?

LP: Poesia conjuga beleza com conteúdo, e é isso que eu quero alcançar com a minha fotografia. O momento que resume uma história, um sentimento, revelado pela luz. Da mesma forma que o poeta busca a melhor palavra, a melhor rima, eu busco o melhor ângulo, o melhor jogo de luz e sombra, o momento exato. A poesia é permeada por associações e diz muito em poucos versos e isso representa minha visão da fotografia, que em um único quadro traz uma infinidade de significados. Finalmente, assim como a fotografia, a poesia fala à alma!

Considero suas fotografias um trabalho artístico, autoral e bastante conceitual, como vc conseguiu chegar a esse nível e como se conquista um cliente, visando que hoje em dia eles (os clientes) só se preocupam com o preço e muitas vezes deixam a qualidade de lado?

LP: Para cada cliente que busca preço, tem outro que busca valor. Você escolhe qual deles quer atender. Eu escolhi, muito cedo, que era valor que eu queria oferecer e me empenhei para que meu trabalho tivesse a qualidade que eu, perfeccionista que sou, exijo.

É difícil cobrar por esse tipo de trabalho?

LP: Não se você tiver em mente que seu produto é a imagem, feita de acordo com o seu olhar, sua técnica e sua experiência. O surgimento da fotografia digital trouxe algumas questões novas, mas não muda o valor do trabalho do fotógrafo. É preciso ter claro que o suporte da foto pouco importa, pode ser o livro, o papel ou o arquivo digital. Muita gente acha que quando quer “só o cd com as fotos”, vai custar pouco, e alguns fotógrafos iniciantes contribuem para esse tipo de pensamento, porque fazem a sessão por 100 reais e dão o disco com todas as fotos, como se não houvesse custo. Ledo engano. O valor da foto não está associado ao custo do papel em que ela é impressa.

Eu não vendo papel, vendo a imagem que está nele. Por isso, o custo do suporte para mim é irrelevante. Vc não paga um advogado pelo valor do papel que ele usou para redigir o contrato, nem o músico pelo custo do papel que foi usado para a partitura. O jornalista não vai cobrar menos pela reportagem porque ela foi enviada por e-mail!

Com a foto, é a mesma coisa. O valor cobrado é relativo à sua experiência, seu talento, seus custos com equipamento e formação contínua de qualidade, suas horas na sessão, antes e depois dela, editando e tratando as imagens, entre muitas outras coisas. O suporte o cliente escolhe de acordo com sua conveniência, não pelo valor. Ter uma foto minha no disco ou no papel não altera seu valor.

Indo um pouco mais além, como você vê o mercado fotográfico, em que muitos profissionais (que se dizem profissionais) acabam  pegando trabalhos pelo preço e não pela qualidade, deixando o trabalho com um nível muito inferior ao que seria se realmente cobrasse pela qualidade?

LP: Acho que esse tipo de profissional vai logo se cansar e partir para outra coisa. Porque para sobreviver cobrando muito pouco, é preciso ter um volume enorme de serviço, que impede o resultado de qualidade e a dedicação em horas que cada trabalho pede. Outro dia, li em um fórum americano a experiência de uma fotógrafa que tentou seguir esse modelo durante um ano. Ela cobrava muito pouco, entregava o cd com todas as fotos e tentava ganhar na quantidade. Dizia ela que, no momento de fechar as contas, no fim do ano, descobriu que teria ganho mais trabalhando no Mc Donald’s – com muito menos stress! Depois de computar seus gastos com aquisição e manutenção de equipamento, deslocamentos, presença na Internet, divulgação para atrair o volume de clientes que ela precisava, horas trabalhadas e muito mais, ela viu que o modelo não funcionava e, pior, ela estava totalmente saturada da fotografia. E isso aconteceu nos Estados Unidos, onde esse mercado é muito mais antigo e maduro do que o daqui, que está dando os primeiros passos.

Muitas vezes o iniciante pensa que qualquer coisa que ganhar é lucro, cobra o mínimo para ganhar o trabalho e pensa que está sendo esperto. O tempo mostrará que não. O mesmo amigo que elogia suas fotos e diz que você deveria começar a cobrar, é aquele que, quando virar seu cliente (se virar!) vai reclamar que a foto impressa que você entregou está com os tons de pele azulados, que está desfocada, que não tem qualidade. Porque quem paga, tem direito de exigir e quem não está preparado para estar à altura dessa exigência, vai se queimar. É importante pensar em tudo isso antes de iniciar uma profissão para a qual não se está preparado.

Hoje em dia vc ainda busca por seus clientes ou eles já vem até você?

LP: A vantagem da fotografia é que nosso trabalho é a nossa propaganda. Um cliente satisfeito mostra suas fotos para todo mundo, e atrás dele vêm outros. Não existe divulgação melhor do que a propaganda boca-a-boca e é assim que muitos clientes me conhecem.

Por fim, qual a dica que vc daria pra quem quer seguir esse mercado?

LP: A dica é uma só: diferencie-se pela qualidade. Atualmente, qualquer um compra sua primeira reflex digital, começa um blog e oferece seus serviços, sem ter a menor noção de fotografia e, portanto, não tendo qualidade para cobrar um valor que garanta sua sobrevida no mercado. Nesse mundo onde todo mundo tem pressa e busca o caminho mais instantâneo, diferencie-se dando a você o melhor presente possível: tempo! Tempo para estudar, tempo para aprender, tempo para experimentar, tempo para consolidar um olhar único. O melhor conselho é aproveitar o hobby sem querer fazer dele um negócio. Assim, sem pressa, chegará o momento de dizer, com orgulho e confiança: sou fotógrafo profissional! E o mercado vai responder reconhecendo seu valor.

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O Caminho

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2009  pra mim foi um ano difícil, mas muito bom ao mesmo tempo, agora quase no finzinho foi a pior fase, mas como já acabou o ano, começo a recuperar minhas energias, com pensamentos positivos e novas idéias pra aliviar a tensão.

Mas o que me deixou extremamente feliz esse ano, é que estou encontrando o meu caminho na fotografia, pelo menos eu acho que encontrei. Tudo começou quando me tornei mãe, e desde então não consigo mais parar de pensar em crianças, e  sempre que passo na rua e vejo os os pais com seus filhos, não paro de pensar em como seria se eu estivesse com minha câmera, pra poder registrar cada expressão, cada gesto, cada sorriso escondido, dessas coisinhas que são as crianças, as familias e os recém-nascidos. O que mais me chama atenção na hora da sessão, são os momento de afeto entre mãe e filho ou entre o recém-nascido e os pais, um gesto, um carinho inesperado, é isso que me encantou e está me encantando, e que quero por em prática, é claro que ainda não consegui imprimir a minha assinatura, na sessão ainda fico desorientada na hora de dirigir os pequeninos e os pais,  mas acredito que estou chegando bem perto disso, o que me falta é prática e estudo, comecei a ler varias coisas relacionada a esse tipo de fotografia e buscar na internet algumas referências, muitas delas americanas, mas encontrei uma fotografa  brasileira que faz esse trabalho com a mesma qualidade das fotógrafas que ví lá fora. O nome dela é Luciana Prado. ela é incrível  como fotógrafa e como pessoa pelo pouco que pudemos conversar via e-mail, vou até fazer um post em breve sobre o trabalho que ela faz através das nossas conversas eletrônicas.

Mas voltando ao assunto… O que mais me encanta nesse tipo de fotografia são os retratos de recém-nascido, pois acredito que temos um pouco mais de domínio sobre cena, mas é claro que toda regra tem sua exceção, e são esses retratos que procuro capturar, o primeiro olhar do recém- nascido para seus pais, a descoberta do mundo novo, ou os primeiros sonhos após os 09 meses de sonho dentro da barriga da mãe, mas também  é apaixonante fotografar a evolução das crianças e o amor em família.

É isso que quero fotografar! Quero que o que eu imagine saia do mesmo jeito na fotografia, isso já me deu um ânimo para começar 2010 com força e vontade de crescer. Ainda falta muita coisa, mas sei que até o final de 2010 vou conquistar meu espaço com qualidade e com a minha cara.  Acho que já dei um grande passo, ao descobri o que quero fazer, agora falta dar outros grandes passos para conseguir conquistar esse mercado e  viver do meu trabalho.

Abaixo vocês podem ver alguns dos trabalhos que fiz, ainda é o começo de muitos que virão.

E a  Pink Sugar Photography e o Exodus Photo também são  minhas referências/inspirações.

Para ver mais das minhas fotos acesse o FLICKR.

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3… 2… 1…

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Há um tempo atrás, eu estava muito brava com problemas sentimentais, e quando fico assim eu me torno extremamente compulsiva. Eu sou compulsiva normalmente, mas quando passo por essas coisas situações, fico pior. E  nesse dia em especial, eu estava passando em frente a Fnac. Decidi entrar, e fui olhando quantas coisas queria comprar e não pudia, pois estava com pouca grana, tinha que pagar algumas contas,  e estava me segurando até não poder mais… Foi quando eu entrei na sessão de livros sobre fotografia, vi vários livros que queria, folheei todos que pude com muita vontade de comprar, mas estava resistindo e  falando pra mim mesma: ” Vc não vai comprar, vc é mais forte do que esse impulso obsessivo, não vou comprar, não vou comprar, não vou comprar.”

Foi quando de repente, eu vi O Livro! O livro que estava procurando há muito tempo, e não conseguia achar em lugar nenhum. Além de ser muito caro, quando eu queria comprar não pude, e naquele momento com o livro em minhas mãos, eu pudia compra-lo, tinha dinheiro e estava com o  “Maldito Cartão de Crédito”. Aí não resisti! Baixou o santo consumista em mim, e comprei o livro que queria,  2 outros livros, e mais 2 cd da minha querida Elis Regina.

Bom, resumindo: comprei tudo no cartão de crédito, fiquei pagando uns 3 meses, me senti muuuito culpada depois, mas a raiva que estava sentindo no momento passou, e hoje, tenho esses livros como uma referência que vou levar pra resto da vida, apesar que o fim nem sempre justificam os meios.

Por fim, ainda não terminei de ler  todos os livros, e comprei mais alguns, já o cd’s escutei até furar…rs! Ainda mais depois que descobri musicas como “Onze Fitas” e “Agora tá“, escutei muito. Mas aprendi, e estou  aprendendo, e  sempre que tenho uma dúvida, vou lá nos meus livros, e leio, releio, e relembro os ensinamentos.

De qualquer forma, fica a dica dos 3 livros, 2 cd’s e 1 filme pra baixar que tem tudo a ver com os livros que comprei.

Livros

O Conhecimento Secreto – David Hockney

50 anos Luz, Camera e Ação – Edgar Moura

Guia Completo da Cor – Adam Banks, Tom Fraser

CD’s

Elis Regina – Montreux Jazz festival – 1982

Elis Regina – Elis Especial

Filme

Moça com brinco de pérola – (Girl with a Pearl Earring)

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