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Eu maior

26 nov

“Eu maior” é um documentário que fala sobre a felicidade e o autoconhecimento, está em fase de finalização e conta com a ajuda da internet pra conseguir captar verba para o projeto.

Se gostou desse, clica nos outros que tem no youtube e aproveita pra entrar no site do Doc

Um Universo – Jeh 182

6 maio

Conheci o Jeh, atravéz do flickr, ele é um amigo de flickr, não tive a oportunidade de conhece-lo em umas saída fotografica, mas tudo tem seu tempo, e o mais interessante no flickr é saber que existem pessoas como  ele, que no caso a fotografia o escolheu e não o contrario. Seu trabalho é único, muito bonito e feito com muito bom gosto. Continue lendo

O olhar que revela poesia – Luciana Prado

18 jan

A internet nos possibilita conhecer pessoas do mundo todo, e no post passado, em que  falo sobre minha descoberta, falei também de alguns fotógrafos  que me inspiram, e graças a  internet tive a oportunidade de conhecer/conversar  com a Fotógrafa Luciana Prado. Já acompanho o site e blog dela há um tempo, e quando tive a oportunidade, perguntei se pudia responder umas  perguntas sobre o que faz, em pouco tempo ela me respondeu com o maior prazer.

Então, nada mais justo do que deixar ela mesmo falar sobre o tema, e assim como em seu site, esse post, leva o mesmo nome.

Aproveitem!

Fale um pouco sobre as suas referências?

LP: São inúmeras, e nem todas vêm da fotografia, são influências indiretas que falam mais a respeito da minha sensibilidade, do que me move. Diria até que muito vem da literatura, do tempo que eu me dedicava à escrita e queria ser escritora. Cada sessão para mim é como uma história que se desenrola diante dos meus olhos e a mim cabe contá-la, usando a sensibilidade e a técnica para traduzi-la visualmente. Leio vorazmente desde a infância, e minhas autoras preferidas são Clarice Lispector e Marguerite Duras.

Adoro também ler sobre fotografia, tenho centenas de livros sobre o tema. Gosto tanto dos livros que apenas mostram as fotos quanto daqueles que falam sobre o processo de criação.

Na pintura, sou encantada pela obra de Edward Hopper e seus retratos da vida urbana onde a luz é personagem principal. Também gosto dos impressionistas, o que explica minha paixão pelos fundos desfocados. Fotografo a maior parte do tempo utilizando a abertura máxima da lente para conseguir esse efeito.

Na fotografia, gosto muito de Elliott Erwitt, Cartier-Bresson, Richard Avedon e Robert Doisneau, entre outros. Também acompanho regularmente o trabalho de fotógrafos que se dedicam à fotografia infantil e de família ao redor do mundo, através da Internet e de livros.

Quando entrei no seu blog, antes de vermos suas fotos vc coloca uma frase que acho a mais pura verdade, que é: “O Olhar que revela poesia”, gostaria que vc explicasse um pouco mais essa frase?

LP: Poesia conjuga beleza com conteúdo, e é isso que eu quero alcançar com a minha fotografia. O momento que resume uma história, um sentimento, revelado pela luz. Da mesma forma que o poeta busca a melhor palavra, a melhor rima, eu busco o melhor ângulo, o melhor jogo de luz e sombra, o momento exato. A poesia é permeada por associações e diz muito em poucos versos e isso representa minha visão da fotografia, que em um único quadro traz uma infinidade de significados. Finalmente, assim como a fotografia, a poesia fala à alma!

Considero suas fotografias um trabalho artístico, autoral e bastante conceitual, como vc conseguiu chegar a esse nível e como se conquista um cliente, visando que hoje em dia eles (os clientes) só se preocupam com o preço e muitas vezes deixam a qualidade de lado?

LP: Para cada cliente que busca preço, tem outro que busca valor. Você escolhe qual deles quer atender. Eu escolhi, muito cedo, que era valor que eu queria oferecer e me empenhei para que meu trabalho tivesse a qualidade que eu, perfeccionista que sou, exijo.

É difícil cobrar por esse tipo de trabalho?

LP: Não se você tiver em mente que seu produto é a imagem, feita de acordo com o seu olhar, sua técnica e sua experiência. O surgimento da fotografia digital trouxe algumas questões novas, mas não muda o valor do trabalho do fotógrafo. É preciso ter claro que o suporte da foto pouco importa, pode ser o livro, o papel ou o arquivo digital. Muita gente acha que quando quer “só o cd com as fotos”, vai custar pouco, e alguns fotógrafos iniciantes contribuem para esse tipo de pensamento, porque fazem a sessão por 100 reais e dão o disco com todas as fotos, como se não houvesse custo. Ledo engano. O valor da foto não está associado ao custo do papel em que ela é impressa.

Eu não vendo papel, vendo a imagem que está nele. Por isso, o custo do suporte para mim é irrelevante. Vc não paga um advogado pelo valor do papel que ele usou para redigir o contrato, nem o músico pelo custo do papel que foi usado para a partitura. O jornalista não vai cobrar menos pela reportagem porque ela foi enviada por e-mail!

Com a foto, é a mesma coisa. O valor cobrado é relativo à sua experiência, seu talento, seus custos com equipamento e formação contínua de qualidade, suas horas na sessão, antes e depois dela, editando e tratando as imagens, entre muitas outras coisas. O suporte o cliente escolhe de acordo com sua conveniência, não pelo valor. Ter uma foto minha no disco ou no papel não altera seu valor.

Indo um pouco mais além, como você vê o mercado fotográfico, em que muitos profissionais (que se dizem profissionais) acabam  pegando trabalhos pelo preço e não pela qualidade, deixando o trabalho com um nível muito inferior ao que seria se realmente cobrasse pela qualidade?

LP: Acho que esse tipo de profissional vai logo se cansar e partir para outra coisa. Porque para sobreviver cobrando muito pouco, é preciso ter um volume enorme de serviço, que impede o resultado de qualidade e a dedicação em horas que cada trabalho pede. Outro dia, li em um fórum americano a experiência de uma fotógrafa que tentou seguir esse modelo durante um ano. Ela cobrava muito pouco, entregava o cd com todas as fotos e tentava ganhar na quantidade. Dizia ela que, no momento de fechar as contas, no fim do ano, descobriu que teria ganho mais trabalhando no Mc Donald’s – com muito menos stress! Depois de computar seus gastos com aquisição e manutenção de equipamento, deslocamentos, presença na Internet, divulgação para atrair o volume de clientes que ela precisava, horas trabalhadas e muito mais, ela viu que o modelo não funcionava e, pior, ela estava totalmente saturada da fotografia. E isso aconteceu nos Estados Unidos, onde esse mercado é muito mais antigo e maduro do que o daqui, que está dando os primeiros passos.

Muitas vezes o iniciante pensa que qualquer coisa que ganhar é lucro, cobra o mínimo para ganhar o trabalho e pensa que está sendo esperto. O tempo mostrará que não. O mesmo amigo que elogia suas fotos e diz que você deveria começar a cobrar, é aquele que, quando virar seu cliente (se virar!) vai reclamar que a foto impressa que você entregou está com os tons de pele azulados, que está desfocada, que não tem qualidade. Porque quem paga, tem direito de exigir e quem não está preparado para estar à altura dessa exigência, vai se queimar. É importante pensar em tudo isso antes de iniciar uma profissão para a qual não se está preparado.

Hoje em dia vc ainda busca por seus clientes ou eles já vem até você?

LP: A vantagem da fotografia é que nosso trabalho é a nossa propaganda. Um cliente satisfeito mostra suas fotos para todo mundo, e atrás dele vêm outros. Não existe divulgação melhor do que a propaganda boca-a-boca e é assim que muitos clientes me conhecem.

Por fim, qual a dica que vc daria pra quem quer seguir esse mercado?

LP: A dica é uma só: diferencie-se pela qualidade. Atualmente, qualquer um compra sua primeira reflex digital, começa um blog e oferece seus serviços, sem ter a menor noção de fotografia e, portanto, não tendo qualidade para cobrar um valor que garanta sua sobrevida no mercado. Nesse mundo onde todo mundo tem pressa e busca o caminho mais instantâneo, diferencie-se dando a você o melhor presente possível: tempo! Tempo para estudar, tempo para aprender, tempo para experimentar, tempo para consolidar um olhar único. O melhor conselho é aproveitar o hobby sem querer fazer dele um negócio. Assim, sem pressa, chegará o momento de dizer, com orgulho e confiança: sou fotógrafo profissional! E o mercado vai responder reconhecendo seu valor.

Fotografia de estúdio – Heloisa Bortz

12 nov

Gente um post suuuuper rápido pra falar sobre fotografia de estúdio.

Eu trabalhei editando vários vídeo que sobre  profissões, e queria muito entrevistar minha amiga fotógrafa  Helô! Acho que foi um dos vídeos que mais gostei de fazer, 1º porque assim como ela, gosto de fotografar gente acho que estou me encontrando cada dia mais, 2º porque ela tem o Estúdio mais maravilho que já conheci, 3º porque ela como pessoa, é fantástica e uma ótima fotografa.

Bom, ninguém melhor do que ela mesma pra falar sobre o que faz, sua rotina, trajetória e algumas dicas  é longo mas  vale a pena, espero que gostem!

Ahhhh! Esse vídeo foi realizado pelo site Ikwa, lá, além de encontrar esse vídeo, tem vários outros que esclarecem as mais diversas profissões do mercado de trabalho, vale dar uma olhadinha, se cadastrar e ver os vídeos que mais interessar.

Fotografia de rua

28 ago

Apesar de não seguir muita tendência e assumir e minha  breguisse…rs! vou falar de uma coisa que AMO DE PAIXÃO  que é  moda,vai um pouco além de moda,e sim as fotografias realizadas para mostrar/impor  o mundo da Moda.Mas especificamente neste post, falarei sobre uma tendência na fotografia moda  que está crescendo cada vez mais, que é  a moda de rua.

O nome mais famoso do momento quando se fala em fotografia Street fashion é o Scott Shuman, com seu blog “The Sartorialist”. Ele começou o blog em 2005 e recebe tanto críticas, como elogios. Os que cirticam, dizem que o trabalho dele não pode ser considerado como fotogarafia de moda pois afirmam não ter um conceito,e outros afirman que o fato de regitrar a “moda da vida real” é o que torna conceitual seu trabalho.Eu acho fantástico  trabalho do Scott, pois além de registrar gente de verdade, ele o faz com muito cuidado para não cair no óbvio.O legal de tudo isso é que o cara além de fazer um trabalho autoral, já conquistou  a elite, fazendo trabalhos para grandes marcas e revistas  como Vogue,Elle  e Gant(marca mais conhecida fora do pais), o Cara fez até uma campanha publicitária no Brasil  para o“Shopping Cidade Jardim”.

Mas muito antes de descobrir o the sartorialis e o scott shuman, eu já era apaixonada por esse estilo de fotografia.Tudo começou atravéz da paixão do meu marido pela cultura japonesa e sua interminavel busca pelo novo e desconhecido,certa vez ele me mostou um site de moda de rua japonesa,muito bacana por sinal, o Style Arena. Lá a moda é muito pessoal e bem diferente do que estamos acostumados, e fora Harajuku tem cidades que até se parecem no estilo de se vestir como Ginza e Daikanyama. E foi atravéz do meu marido também que descobri um livro só sobre a moda de Harajuku e que foi meu sonho de consumo por muito tempo,até eu conseguir comprar um e ganhar o outro, estou falando dos livros:Fruits e Fresh Fruits do Shoichi Aoki que começou a resgistrar a cidade desde 1997.É um livro só com fotos e pouquissimo texto(acho que foi por isso que comprei..rs!) mostrando as roupas/acessórios dos japinhas muito loko! vale muito apena conhecer esse livro e quem puder comprar. Aqui no Brasil é um pouco caro pois é importado, mas na Liberdade, agente consegue encontrar umas umas revistas com compilações dessas imagens por um precinho camarada.

Por fim, mas não menos importante,também adoro um site/blog na mesma linha que os acima, chamado Face Hunter, sei muito pouco sobre o site, como descobri e quem o faz, mas adoro as imagens e as roupas.

Bom,o que estou querendo dizer é que além de gostar de tudo isso que mostrei, é que temos um grande fator em comum, que é a roupa, não importa se a foto não esta bem tirada,ou se não está em um ângulo certo, o importante é resgitrar o que se veste e principalmente a relação com a cidade em que vivem.É claro que estes sites o fazem muito bem,eles conseguem capturar uma relação com a cidade, que é o que torna as imagens interessantes,alguns de uma maneira mais glamurosas do que outros,mas o importante é que isso tudo é um registro sobre a vida,e não um registro necessariamente sobre moda.Não estão mostrando uma nova tendência, pois a tendência já foi criada e desmistificada pelo fotografado em questão, e que, passa então a ser moda, o que ele criou. E o fotografo tem que ter isso em mente,que quando ele for fotografar alguém andando na rua,ele vai,não só mostrar a roupa,mas o que ele(O Fotografado) pensou ao acordar,que musica que ele ouviu,se está de bom ou mau humor,entre outras coisas.E ele(O Fotografo)tem pensar na relação figura-fundo, que também é muito importante, e saber que não é toda roupa que combina com qualquer lugar para se fotografar!

Parece facil esse estilo de fotografar as pessoas na rua, mas é mais complexo do que se imagina.

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The Sartorialist

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Face Hunter

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Style Arena

Bom,o post já tá ficando grande e vai mais umas dicas de blogs,sites e afins que encontrei na net e estou repassando pra vocês

Linguagem+Experiência de vida

13 ago

“O termo linguagem designa um sistema organizado de símbolos, complexo, extenso e com propriedades particulares que desempenha uma função de codificação, estruturação e consolidação dos dados sensoriais, transmitindo-lhe um determinado sentido ou significado e permitindo ao homem comunicar as suas experiências e transmitir os seus saberes – é, portanto, um sistema de troca de informações. Além desta função de comunicação, a linguagem desempenha ainda outras funções, entre as quais a apelativa, expressiva, descritiva, estética, argumentativa e persuasiva”

Entendido isso, quero mostrar aqui alguns fotografos,artistas e as vezes designers, o modo como eles vêem o mundo,e o expõe ao mundo. Ultimamente a pessoa que mais me encantou foi Annie Leibovitz, uma fotografa americana que de um jeito simples de retratar o cotidiano ,tornou sua paixão em trabalho. Annie(já tô intima da mulher) começou a fotografar nas viagens que fazia com sua familia, e  registrava o mundo atravez da janelinha do carro.

Teve a oportunidade de trabalhar na revista Rollings Stones, e lá permaneceu por muito tempo, e ela ficou conhecida como fotografa dos famosos,fotografando desde John Lennon & Yoko Ono ao mais recente White Stripe, isso sem contar a temporada que fotografou os Rollings Stone(mas isso é uma história a parte).

FAMILIA

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Depois de muito fotografar o mundo da musica,Annie começou a trabalhar pra Vanity Fair (que na época estava passando por um replanejamento editorial) site/revista de moda e celebridades e foi onde realmente encontrou sua “galinha dos ovos de ouro”,fazendo produções grandiosas para suas fotografia…

Vale a pena conferir o Documentário que fizeram sobre  “Annie Leibovitz – Avida atravez das lentes” (Life through a lens) e tirar conclusões proprias sobre suas fotografias.

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Ps: As vezes, experiencia de vida,nos traz mais informações  e conhecimento do que  aprender técnicamente ,em um cursos aleatórios.