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Um Universo – Jeh 182

6 maio

Conheci o Jeh, atravéz do flickr, ele é um amigo de flickr, não tive a oportunidade de conhece-lo em umas saída fotografica, mas tudo tem seu tempo, e o mais interessante no flickr é saber que existem pessoas como  ele, que no caso a fotografia o escolheu e não o contrario. Seu trabalho é único, muito bonito e feito com muito bom gosto. Continue lendo

O olhar que revela poesia – Luciana Prado

18 jan

A internet nos possibilita conhecer pessoas do mundo todo, e no post passado, em que  falo sobre minha descoberta, falei também de alguns fotógrafos  que me inspiram, e graças a  internet tive a oportunidade de conhecer/conversar  com a Fotógrafa Luciana Prado. Já acompanho o site e blog dela há um tempo, e quando tive a oportunidade, perguntei se pudia responder umas  perguntas sobre o que faz, em pouco tempo ela me respondeu com o maior prazer.

Então, nada mais justo do que deixar ela mesmo falar sobre o tema, e assim como em seu site, esse post, leva o mesmo nome.

Aproveitem!

Fale um pouco sobre as suas referências?

LP: São inúmeras, e nem todas vêm da fotografia, são influências indiretas que falam mais a respeito da minha sensibilidade, do que me move. Diria até que muito vem da literatura, do tempo que eu me dedicava à escrita e queria ser escritora. Cada sessão para mim é como uma história que se desenrola diante dos meus olhos e a mim cabe contá-la, usando a sensibilidade e a técnica para traduzi-la visualmente. Leio vorazmente desde a infância, e minhas autoras preferidas são Clarice Lispector e Marguerite Duras.

Adoro também ler sobre fotografia, tenho centenas de livros sobre o tema. Gosto tanto dos livros que apenas mostram as fotos quanto daqueles que falam sobre o processo de criação.

Na pintura, sou encantada pela obra de Edward Hopper e seus retratos da vida urbana onde a luz é personagem principal. Também gosto dos impressionistas, o que explica minha paixão pelos fundos desfocados. Fotografo a maior parte do tempo utilizando a abertura máxima da lente para conseguir esse efeito.

Na fotografia, gosto muito de Elliott Erwitt, Cartier-Bresson, Richard Avedon e Robert Doisneau, entre outros. Também acompanho regularmente o trabalho de fotógrafos que se dedicam à fotografia infantil e de família ao redor do mundo, através da Internet e de livros.

Quando entrei no seu blog, antes de vermos suas fotos vc coloca uma frase que acho a mais pura verdade, que é: “O Olhar que revela poesia”, gostaria que vc explicasse um pouco mais essa frase?

LP: Poesia conjuga beleza com conteúdo, e é isso que eu quero alcançar com a minha fotografia. O momento que resume uma história, um sentimento, revelado pela luz. Da mesma forma que o poeta busca a melhor palavra, a melhor rima, eu busco o melhor ângulo, o melhor jogo de luz e sombra, o momento exato. A poesia é permeada por associações e diz muito em poucos versos e isso representa minha visão da fotografia, que em um único quadro traz uma infinidade de significados. Finalmente, assim como a fotografia, a poesia fala à alma!

Considero suas fotografias um trabalho artístico, autoral e bastante conceitual, como vc conseguiu chegar a esse nível e como se conquista um cliente, visando que hoje em dia eles (os clientes) só se preocupam com o preço e muitas vezes deixam a qualidade de lado?

LP: Para cada cliente que busca preço, tem outro que busca valor. Você escolhe qual deles quer atender. Eu escolhi, muito cedo, que era valor que eu queria oferecer e me empenhei para que meu trabalho tivesse a qualidade que eu, perfeccionista que sou, exijo.

É difícil cobrar por esse tipo de trabalho?

LP: Não se você tiver em mente que seu produto é a imagem, feita de acordo com o seu olhar, sua técnica e sua experiência. O surgimento da fotografia digital trouxe algumas questões novas, mas não muda o valor do trabalho do fotógrafo. É preciso ter claro que o suporte da foto pouco importa, pode ser o livro, o papel ou o arquivo digital. Muita gente acha que quando quer “só o cd com as fotos”, vai custar pouco, e alguns fotógrafos iniciantes contribuem para esse tipo de pensamento, porque fazem a sessão por 100 reais e dão o disco com todas as fotos, como se não houvesse custo. Ledo engano. O valor da foto não está associado ao custo do papel em que ela é impressa.

Eu não vendo papel, vendo a imagem que está nele. Por isso, o custo do suporte para mim é irrelevante. Vc não paga um advogado pelo valor do papel que ele usou para redigir o contrato, nem o músico pelo custo do papel que foi usado para a partitura. O jornalista não vai cobrar menos pela reportagem porque ela foi enviada por e-mail!

Com a foto, é a mesma coisa. O valor cobrado é relativo à sua experiência, seu talento, seus custos com equipamento e formação contínua de qualidade, suas horas na sessão, antes e depois dela, editando e tratando as imagens, entre muitas outras coisas. O suporte o cliente escolhe de acordo com sua conveniência, não pelo valor. Ter uma foto minha no disco ou no papel não altera seu valor.

Indo um pouco mais além, como você vê o mercado fotográfico, em que muitos profissionais (que se dizem profissionais) acabam  pegando trabalhos pelo preço e não pela qualidade, deixando o trabalho com um nível muito inferior ao que seria se realmente cobrasse pela qualidade?

LP: Acho que esse tipo de profissional vai logo se cansar e partir para outra coisa. Porque para sobreviver cobrando muito pouco, é preciso ter um volume enorme de serviço, que impede o resultado de qualidade e a dedicação em horas que cada trabalho pede. Outro dia, li em um fórum americano a experiência de uma fotógrafa que tentou seguir esse modelo durante um ano. Ela cobrava muito pouco, entregava o cd com todas as fotos e tentava ganhar na quantidade. Dizia ela que, no momento de fechar as contas, no fim do ano, descobriu que teria ganho mais trabalhando no Mc Donald’s – com muito menos stress! Depois de computar seus gastos com aquisição e manutenção de equipamento, deslocamentos, presença na Internet, divulgação para atrair o volume de clientes que ela precisava, horas trabalhadas e muito mais, ela viu que o modelo não funcionava e, pior, ela estava totalmente saturada da fotografia. E isso aconteceu nos Estados Unidos, onde esse mercado é muito mais antigo e maduro do que o daqui, que está dando os primeiros passos.

Muitas vezes o iniciante pensa que qualquer coisa que ganhar é lucro, cobra o mínimo para ganhar o trabalho e pensa que está sendo esperto. O tempo mostrará que não. O mesmo amigo que elogia suas fotos e diz que você deveria começar a cobrar, é aquele que, quando virar seu cliente (se virar!) vai reclamar que a foto impressa que você entregou está com os tons de pele azulados, que está desfocada, que não tem qualidade. Porque quem paga, tem direito de exigir e quem não está preparado para estar à altura dessa exigência, vai se queimar. É importante pensar em tudo isso antes de iniciar uma profissão para a qual não se está preparado.

Hoje em dia vc ainda busca por seus clientes ou eles já vem até você?

LP: A vantagem da fotografia é que nosso trabalho é a nossa propaganda. Um cliente satisfeito mostra suas fotos para todo mundo, e atrás dele vêm outros. Não existe divulgação melhor do que a propaganda boca-a-boca e é assim que muitos clientes me conhecem.

Por fim, qual a dica que vc daria pra quem quer seguir esse mercado?

LP: A dica é uma só: diferencie-se pela qualidade. Atualmente, qualquer um compra sua primeira reflex digital, começa um blog e oferece seus serviços, sem ter a menor noção de fotografia e, portanto, não tendo qualidade para cobrar um valor que garanta sua sobrevida no mercado. Nesse mundo onde todo mundo tem pressa e busca o caminho mais instantâneo, diferencie-se dando a você o melhor presente possível: tempo! Tempo para estudar, tempo para aprender, tempo para experimentar, tempo para consolidar um olhar único. O melhor conselho é aproveitar o hobby sem querer fazer dele um negócio. Assim, sem pressa, chegará o momento de dizer, com orgulho e confiança: sou fotógrafo profissional! E o mercado vai responder reconhecendo seu valor.

O Caminho

13 jan

2009  pra mim foi um ano difícil, mas muito bom ao mesmo tempo, agora quase no finzinho foi a pior fase, mas como já acabou o ano, começo a recuperar minhas energias, com pensamentos positivos e novas idéias pra aliviar a tensão.

Mas o que me deixou extremamente feliz esse ano, é que estou encontrando o meu caminho na fotografia, pelo menos eu acho que encontrei. Tudo começou quando me tornei mãe, e desde então não consigo mais parar de pensar em crianças, e  sempre que passo na rua e vejo os os pais com seus filhos, não paro de pensar em como seria se eu estivesse com minha câmera, pra poder registrar cada expressão, cada gesto, cada sorriso escondido, dessas coisinhas que são as crianças, as familias e os recém-nascidos. O que mais me chama atenção na hora da sessão, são os momento de afeto entre mãe e filho ou entre o recém-nascido e os pais, um gesto, um carinho inesperado, é isso que me encantou e está me encantando, e que quero por em prática, é claro que ainda não consegui imprimir a minha assinatura, na sessão ainda fico desorientada na hora de dirigir os pequeninos e os pais,  mas acredito que estou chegando bem perto disso, o que me falta é prática e estudo, comecei a ler varias coisas relacionada a esse tipo de fotografia e buscar na internet algumas referências, muitas delas americanas, mas encontrei uma fotografa  brasileira que faz esse trabalho com a mesma qualidade das fotógrafas que ví lá fora. O nome dela é Luciana Prado. ela é incrível  como fotógrafa e como pessoa pelo pouco que pudemos conversar via e-mail, vou até fazer um post em breve sobre o trabalho que ela faz através das nossas conversas eletrônicas.

Mas voltando ao assunto… O que mais me encanta nesse tipo de fotografia são os retratos de recém-nascido, pois acredito que temos um pouco mais de domínio sobre cena, mas é claro que toda regra tem sua exceção, e são esses retratos que procuro capturar, o primeiro olhar do recém- nascido para seus pais, a descoberta do mundo novo, ou os primeiros sonhos após os 09 meses de sonho dentro da barriga da mãe, mas também  é apaixonante fotografar a evolução das crianças e o amor em família.

É isso que quero fotografar! Quero que o que eu imagine saia do mesmo jeito na fotografia, isso já me deu um ânimo para começar 2010 com força e vontade de crescer. Ainda falta muita coisa, mas sei que até o final de 2010 vou conquistar meu espaço com qualidade e com a minha cara.  Acho que já dei um grande passo, ao descobri o que quero fazer, agora falta dar outros grandes passos para conseguir conquistar esse mercado e  viver do meu trabalho.

Abaixo vocês podem ver alguns dos trabalhos que fiz, ainda é o começo de muitos que virão.

E a  Pink Sugar Photography e o Exodus Photo também são  minhas referências/inspirações.

Para ver mais das minhas fotos acesse o FLICKR.

3… 2… 1…

2 dez

Há um tempo atrás, eu estava muito brava com problemas sentimentais, e quando fico assim eu me torno extremamente compulsiva. Eu sou compulsiva normalmente, mas quando passo por essas coisas situações, fico pior. E  nesse dia em especial, eu estava passando em frente a Fnac. Decidi entrar, e fui olhando quantas coisas queria comprar e não pudia, pois estava com pouca grana, tinha que pagar algumas contas,  e estava me segurando até não poder mais… Foi quando eu entrei na sessão de livros sobre fotografia, vi vários livros que queria, folheei todos que pude com muita vontade de comprar, mas estava resistindo e  falando pra mim mesma: ” Vc não vai comprar, vc é mais forte do que esse impulso obsessivo, não vou comprar, não vou comprar, não vou comprar.”

Foi quando de repente, eu vi O Livro! O livro que estava procurando há muito tempo, e não conseguia achar em lugar nenhum. Além de ser muito caro, quando eu queria comprar não pude, e naquele momento com o livro em minhas mãos, eu pudia compra-lo, tinha dinheiro e estava com o  “Maldito Cartão de Crédito”. Aí não resisti! Baixou o santo consumista em mim, e comprei o livro que queria,  2 outros livros, e mais 2 cd da minha querida Elis Regina.

Bom, resumindo: comprei tudo no cartão de crédito, fiquei pagando uns 3 meses, me senti muuuito culpada depois, mas a raiva que estava sentindo no momento passou, e hoje, tenho esses livros como uma referência que vou levar pra resto da vida, apesar que o fim nem sempre justificam os meios.

Por fim, ainda não terminei de ler  todos os livros, e comprei mais alguns, já o cd’s escutei até furar…rs! Ainda mais depois que descobri musicas como “Onze Fitas” e “Agora tá“, escutei muito. Mas aprendi, e estou  aprendendo, e  sempre que tenho uma dúvida, vou lá nos meus livros, e leio, releio, e relembro os ensinamentos.

De qualquer forma, fica a dica dos 3 livros, 2 cd’s e 1 filme pra baixar que tem tudo a ver com os livros que comprei.

Livros

O Conhecimento Secreto – David Hockney

50 anos Luz, Camera e Ação – Edgar Moura

Guia Completo da Cor – Adam Banks, Tom Fraser

CD’s

Elis Regina – Montreux Jazz festival – 1982

Elis Regina – Elis Especial

Filme

Moça com brinco de pérola – (Girl with a Pearl Earring)

Fotografia de estúdio – Heloisa Bortz

12 nov

Gente um post suuuuper rápido pra falar sobre fotografia de estúdio.

Eu trabalhei editando vários vídeo que sobre  profissões, e queria muito entrevistar minha amiga fotógrafa  Helô! Acho que foi um dos vídeos que mais gostei de fazer, 1º porque assim como ela, gosto de fotografar gente acho que estou me encontrando cada dia mais, 2º porque ela tem o Estúdio mais maravilho que já conheci, 3º porque ela como pessoa, é fantástica e uma ótima fotografa.

Bom, ninguém melhor do que ela mesma pra falar sobre o que faz, sua rotina, trajetória e algumas dicas  é longo mas  vale a pena, espero que gostem!

Ahhhh! Esse vídeo foi realizado pelo site Ikwa, lá, além de encontrar esse vídeo, tem vários outros que esclarecem as mais diversas profissões do mercado de trabalho, vale dar uma olhadinha, se cadastrar e ver os vídeos que mais interessar.

Pensamento analógico (voltando as raízes) Parte 2 – Ida à Conselheiro Crispiniano!

11 nov

Enfim fui na Conselheiro Crispiniano ver o que se passava com minha empoeirada, suja, quebrada, Canon FTB… Aquela que mostrei nesse post aqui ó, aproveitei e levei uma outra câmera que tenho, uma Canon também 500n(já falei dela aqui), pois o botão de disparo estava muito fundo, e era quase impossível clicar.

Foi um dia muito legal, apesar do calor insuportável que estava fazendo e eu como na maioria das vezes estava com roupa escura, estava quase derretendo de tanto que suava, porém,  em meio a esse calor e tendo que enfrentar ônibus lotados, tive uma surpresa agradável de encontrar minha amigona Vanessa que estava juntamente com um amigo que estão montando um projeto bem bacana. Conversamos bastantes, fofocamos mais ainda, e depois nos despedimos, pois cada uma tinha o seu caminho a seguir.

Passei em vários lugares antes de realmente  ver os orçamentos da câmera, fui a 7 de abril nas galerias onde encontramos equipamentos fotográfico, pude pesquisar coisas pra minha câmera digital e para as analógicas (claro), e finalmente fui numa assistência técnica, parecia um consultório médico, tudo branco, e com várias maquinas de todos os jeitos, a maioria analógico.

Do tempo que fiquei lá antes de ser atendida,  a maioria das pessoas só levavam suas câmeras digitais para serem consertadas, realmente o analógico perdeu o valor e só é lembrado numa relação mais conceitual, até a polaroide virou digital… Mas isso é assunto para outro post.

Consegui ser atendida e me disseram que levaria 24h pra fazer o orçamento, deixei minhas preciosas com  moça e voltei pra casa. As 24h  passaram e ela (a  atendente) me ligou! Conversa vai convesa vem ela me disse que tudo ficaria R$ 340,00, R$ 160,00 para consertar só o botão de disparo da canon 500n e R$ 220,00 da Canon FTB, mas com desconto ela faz por R$ 180,00 a FTB.

Voltei pra casa pensando nos valores que no momento não disponho, mas também, pensando se vale realmente a pena  restaurar uma maquina que consigo comprar uma equivalente pelo mesmo valor ou até abaixo do preço, por um lado é bacana restaurar algo que você tem e cria um e carinho pelo equipamento e  acaba sendo uma emoção ver o objeto todos em frangalhos perfeito, pronto pra sair e clicar, mas tem o outro lado que é o financeiro, mesmo depois de  perfeita, terei que comprar lente e outras coisinhas, não é tão caro, mas é um custo a  mais. É algo a se pensar!

Bom de qualquer forma  valeu muito a viagem/passeio, só faltou ir ao cinema pra completar a  aventura.

Segue as fotos tirada do meu celular e vamos ver se mando consertar a câmera ou compro uma.

analogico

Pensamento analógico (voltando as raízes) Parte 1

23 out

Bom, faz muito tempo que não posto nada por aqui, primeiro, porque eu estou sem muitas idéias, e também  não estou fotografando muito, na verdade eu estou sem tempo de tratar/ver/organizar  minhas fotos, por isso dei uma congelada no blog.

Mas pensando esses dias, estava (como sempre) em crise em relação as minhas fotografia, não consigo ter uma visão  profissional do meu trabalho, por isso acabo deixando de fazer  as coisas por medo ou insegurança, acho também que o fato de fotografar com digital me deixou muito mais  insegura do que quando eu fotografava com câmera analógica, pois com a analógica, eu pensava mais, fazia um grande esforço pra não errar,  já com o digital, (assim como  alguns fazem) eu saio fotografando e vejo se ficou bom na hora, o que as vezes me ajuda, mas em sua grande maioria me atrapalha bastante, é claro que eu penso no momento que estou fotografando, mas o fato de saber que posso deletar as minhas imagens, me deixa um pouco mais acomodada e acabo muitas vezes  fotografando sem pensar, e acabo não seguindo um raciocínio fotográfico, deixando de aprender e me frustrando. Por mais que eu leia sobre, na prática, é bem diferente!

Agora eu tô seguindo(tentando seguir) uma linha fotográfica mais limpa, usando a luz natural, sempre no manual, exceto o foco (pois como sou míope fica um pouco difícil focar no manual) e tento olhar as imagens depois  da sessão, o que as vezes dá certo e  as vezes não, mas é assim que decidi fazer como método de aprendizado e pra tornar isso um hábito, pois quando eu trabalhava com analógico era assim, porque não trabalhar com o digital da mesma maneira…enfim.

Mas não é por isso que estou escrevendo, estou escrevendo porque tive uma idéia, que acredito que irá me ajudar  a fotografar melhor. Eu tenho uma câmera fotografia Manual (Canon FTb) de uma amigo que acho que ele nem se lembra que deixou essa câmera comigo, ela está cheia de pó, com fungos, suja e nem sei se tem salvação, e o  que  vou fazer é justamente leva-la ao médico das câmeras, e  ver se ela tem conserto, e assim que eu arruma-la começarei a fotografar com ela, para fins pessoais, pois acredito que assim, conseguirei não só entender mais sobre fotografia, mas também mais sobre  meu próprio processo fotográfico, que ainda  é um tanto confuso na minha cabeça.

Bom, é isso. Quero compartilhar   essa minha experiência, e,  espero que gostem de acompanha-la,  pois postarei  com fotos e o que mais puder colocar aqui, (inclusive o quanto isso vai me custar)  para  poderem acompanhar de perto esse processo, e depois da câmera  prontinha, sairei afora pra  fotografar e mostrar o resultado, acredito que as primeiras imagens sairão ruins, mas com a prática vou melhorando…rs!

Por hora, fiquem com ela toda acabada, em frangalhos, suja e desiludida da vida, logo mais, espero te-la em minhas mãos, linda e  boa pra fotografar e com lente, pois além de tudo isso ela sem lentes…rs!

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Ps: pensei em até dar um nome pra ela (A Câmera), mas não tenho a mínima idéia de que nome posso dar, aceito sugestões!!!